Clipes Gauchos

Edilberto Bergamo

Clavada – Leonel Gomez e Edilberto Bérgamo

Clavada – Leonel Gomez e Edilberto Bérgamo

Clavada - Leonel Gomez e Edilberto Bérgamo Se golpeio outro trago E a tava dá volta e meia Já o coimero me bombeia E aperta a sorte na cancha Cinco pila o mesmo trago Que a tarde desmancha o velo Num tranco de quero-quero Outra clavada ali se arrancha Arrodeio de calavera Donde a lei é respeitada E uma tava bem ferrada É o destino de quem joga Porque um tiro que se lança Jamais dá volta pra mão E se é culo meu irmão Teus troco ficaram à sóga Volta clavada que sorte, sorte clavada Que volta, ...

Sureña – Edilberto Bérgamo

Sureña – Edilberto Bérgamo

Sureña - Edilberto Bérgamo Recentemente, fui contactado pelo gaiteiro Edilberto Bergamo. Exímio gaiteiro, pude conhecer o trabalho deste músico em 2010, através de um técnico de som gaúcho. Bergamo confessou ter desenvolvido o interesse pela afinação nordestina, e isso foi o mote de nossa conversa. Recomendei-lhe que pudesse ler meu artigo "A sanfona de oito baixos e a música instrumental". Bergamo não apenas leu o texto, como escreveu uma nota elogiosa no facebook que a seguir transcrevo: "Já faz tempo que venho ...

Edilberto Bérgamo e Guilherme Collares “Recuerdo”

Edilberto Bérgamo e Guilherme Collares “Recuerdo”

Edilberto Bérgamo e Guilherme Collares "Recuerdo" Recuerdo sabe do tempo... Do meu sombrero maniado E o trotesito largo procurando o teu amor Recuerdo sabe do tempo, do meu ponchito listrado Voando na polvadeira de um corredor... Recuerdo adoça esta vida, que amarga se fez ausência De um passado que é distancia gemendo em guitarrador Recuerdo me trás de volta todo o sabor da querência Erguido na polvadeira de um corredor... Recuerdo guarda saudade de um tempo que hoje é ausência E troteia na distancia de uma vida que passou ... Recuerdo procura ...

Leonel Gomez e Edilberto Bergamo – Da Minha Cordeona Pra Tua

Leonel Gomez e Edilberto Bergamo – Da Minha Cordeona Pra Tua

Leonel Gomez e Edilberto Bergamo  - Da Minha Cordeona Pra Tua Cordeona que embala o silêncio num rancho de campo Golpeada por mão calejada de um velho estradear Debocha num mesmo resmungo que a noite atropela E benze com a poeira que brota de cada lugar Cordeona que invade querências e ranchos de campo Bandeia fronteiras hermanas de pampa e cantar Reponta a voz castelhana com a brasa na alma E mescla o tino mais xucro pra um taura escutar A minha cordeona e a tua, idioma charrua Que ao ...