Clipes Gauchos

Volmir Coelho

15º Sinuelo da Canção Nativa – DO LADO DE LÁ DA CRUZ – Milonga

15º Sinuelo da Canção Nativa – DO LADO DE LÁ DA CRUZ – Milonga

Letra: Volmir Coelho Música: Volmir Coelho Intérprete: Volmir Coelho.

Semanero – Volmir Coelho

Semanero – Volmir Coelho

Semanero - Volmir Coelho/Voz e Guitarra ( Música do CD De Campo e Raiz que faz parte do repertório )

Por não saber ler – Volmir Coelho

Por não saber ler – Volmir Coelho

21ª Estância da Canção Gaúcha São Gabriel/RS Officina da Música Gravação ao Vivo Produto Cultural Gaúcho (Marca Registrada)

Volmir Coelho | Pela Linha do Tempo

Volmir Coelho | Pela Linha do Tempo

XXIV Tertúlia Musical Nativista, Santa Maria/RS, 2016

Remalhado – Volmir Coelho  3º Lugar no 12° Um Canto Para Martin Fierro

Remalhado – Volmir Coelho 3º Lugar no 12° Um Canto Para Martin Fierro

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Apenas Penas – Volmir Coelho – Sescoop/RS – 9° Festival O Rio Grande Canta o Cooperativismo

Apenas Penas – Volmir Coelho – Sescoop/RS – 9° Festival O Rio Grande Canta o Cooperativismo

Apresentação no 9° Festival O Rio Grande Canta o Cooperativismo, promovido pelo Sescoop/RS. Música: APENAS PENAS Ritmo: chamamé Autores da letra e música: Volmir Coelho e Nirion Machado...

Documentário – Volmir Coelho

Documentário – Volmir Coelho

    

IMDB: /10 Votos

Documentário - Volmir Coelho Natural de Santana do Livramento/RS, passou grande parte de sua vida trabalhando em propriedades rurais da cidade, mais precisamente no 5º Distrito do Carcávio. Começou sua trajetória na música acompanhando artistas como Adair de Freitas e Nelson Cardoso. Participa dos festivais nativistas do estado há muitos anos, sendo que desde que se estabeleceu na cidade, a cerca de 10 anos, de forma mais efetiva. Teve suas composições e interpretou outras premiadas em alguns dos maiores festivais do ...

18ª Estância da Canção Gaúcha – A Sombra da Espora

18ª Estância da Canção Gaúcha – A Sombra da Espora

    

IMDB: /10 Votos

18ª Estância da Canção Gaúcha - A Sombra da Espora Um velho observava numa praça O bronze de uma estátua de valor E nela esculpido estava um homem Em um cavalo pelo jeito marchador Empunhando uma espada já sem brilho Pelo tempo seu lenço cinza na cor O semblante expressando valentia E trazia bem firme as rédeas na mão O concreto não prendia aquela imagem Porque o velho olhava com coração... Logo abaixo das patas do marchador Um menino pés descalço e uma mulher Pela sombra que a estatua projetava Uma das esporas vinha ...




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