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Fogo de Chão – Quando Toca Uma Vaneira

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Fogo de Chão – Quando toca uma vaneira

QUANDO TOCA UMA VANEIRA (JONATAN PASOLD) MUSICA DE TRABALHO DO NOVO DE DO CONJUNTO FOGO DE CHÃO, LANÇAMENTO GRAVADORA VERTICAL.

No início do conjunto, tinham Osni Fontana Carvalho como baterista. Com o passar do tempo, Osni passou a se apresentar como vocalista, ajudando Kiko , pois ficara muito carregado para uma só pessoa cantar nos bailes, que já não eram poucos na época. Então em 1994 entrou Fernando Goulart (Posteiro), como baterista. Fernando é de Novo Hamburgo, entrou para o conjunto ainda gurizinho e com apenas 16 anos fez sua estréia profissional no Fogo de Chão , na famosa Festa do Pinhão de Lages, SC, e continua até hoje marcando o ritmo do Fogo de Chão com sua bateria. Osni continuou como um dos cantores, além de ser o Diretor do Conjunto.

Cid, que era guitarrista do conjunto, como não tinha condições de ir a Porto Alegre estudar música, ficou apenas como motorista, responsável pelo equipamento e também sócio-proprietário do conjuntoaté o ano de 98. No seu lugar entrou Alexandre (hoje Garotos de Ouro) que ficou quase um ano no grupo. Josi assumiu o posto por alguns meses e ao sair deu lugar a Paulo Cesar Jaques (Paulinho), que tocava no Grupo Pataço, até hoje guitarrista do Fogo de Chão .

Como contrabaixista, tinham Orli Fontana Carvalho que se afastou por motivos de doença, dando lugar a Leomar (Leo), que tocava no conjunto Chamamento de Vacaria (RS), excelente contrabaixista e cantor, integrou o grupo por cinco anos, saindo em janeiro de 99. O novo contra-baixista então ficou Marcos Ferreira (Marquinhos), ex-integrante do grupo Bailanta, atua também como vocalista.

Como gaiteiro (gaita piano), tinham Nilson Pereira, que gravou o primeiro disco. Logo depois de sua saída, ingressou Gilmar Ritter , vindo do conjunto “Os Caudilhos”, integra o conjunto até hoje.

Vanderlei (mais conhecido como Tiko), toca gaita ponto, um excelente gaiteiro. Já de início, num certo baile, em Cascavel, Tiko deu uma canja de 1 hora tocando sua gaita sem ensaios. No mesmo final de semana, saiu tocando com o conjunto e imediatamente foi contratado. Ele é uma figura importantíssima no conjunto Fogo de Chão, devido ao seu carisma animação nos bailes.

Gilmar Rotta (Kiko), começou no Fogo de Chão como cantor. Atuando como professor de Educação Física em Curitibanos e sem nunca ter cantado antes, transformou-se então num cantor profissional. É considerado pela crítica como dono de umas das melhores vozes do Sul, além de um excelente compositor, já que a maioria das composições do grupo são de sua autoria.

O Grupo foi fundado por Osni, Cid e Orli como Banda “Asa Delta”, mas no dia 14 de maio de 1987 se transformou num Conjunto Musical tradicionalista chamado “Fogo de Chão”. Tinham como baterista Osni, como guitarrista Cid, e como contrabaixista Orli. Sabendo que tinham que contratar um cantor, trouxeram Kiko, (assim conhecido pelo público), que nunca havia cantado anteriormente. Mesmo assim Kiko fez um teste e agradou muito aos ouvidos de Cid, Orli e também de Osni, e logo já foi contratado como cantor do Grupo.

No começo da carreira eles não tinham nem o equipamento de som para tocar, tinham que alugar. Com o ganho dos bailes que tinham em 87, investiram tudo em equipamentos de som, e aos poucos devolviam o equipamento alugado.

No ano de 1989, conseguiram apoio de uma empresa de São Paulo que tem filial em Curitibanos (cidade onde se localiza a Sede do conjunto), com nome de Varal Artefatos de Madeira, que os patrocinou estúdio em Porto Alegre, no ISAEC 16 canais, onde gravaram o primeiro disco que foi lançado pela Gravadora CB Discos da cidade de Lages.

O começo da carreira do conjunto foi difícil, assim dito por um dos donos do conjunto: “No começo foi tudo difícil, não tínhamos nada, nem o microfone era nosso, tínhamos que pagar frete, tínhamos que carregar o equipamento no começo e fim dos bailes, além de ter que enlonar e amarrar, era um sofrimento muito grande”.

Após a gravação do primeiro disco que a história do Fogo de Chão tomou novo rumo, o do sucesso. Os bailes já ficaram melhores, conheceram o público animado e divertido de Curitiba; e Grande Paraná que gostaram do disco e do modo carinhoso do conjunto tratar seu público. Este estado foi porta de entrada para a Música Regionalista e para o grupo, que parava de tocar só na região onde se encontra Sede do conjunto. Hoje tocam 80% de seus bailes no grande estado do Paraná. Depois do segundo disco gravado, obtiveram sucesso e automaticamente lucro, continuando investindo em equipamentos. Nessa época já estavam com seu próprio ônibus, pequeno, mas que já era uma conquista do conjunto.

Após o estouro da música “Sapecando a Vaneira” (música conhecida por toda a gauchada), o grupo não parou mais.

Já no ano de 93 o Conjunto Fogo de Chão foi considerado pela crítica paranaense, pela imprensa dedicada ao regionalismo, e pelo M.T.G. (Movimento Tradicionalista Gaúcho) do Paraná, como o melhor Conjunto atuante no estado do Paraná. Depois da gravação do quarto disco o Fogo de Chão não teve mais pousada, tocando bailes todos os fins-de-semana. S

Depois desta grande conquista, o conjunto se desloca por todo Sul e regiões vizinhas com mais conforto, tranqüilidade e segurança.

Já tocaram em bailes na Sociedade Barra da Tijuca, considerado um dos mais nobres bairros do Rio de Janeiro;

e no conhecido CTG Desgarrados do Pago, onde conquistaram novo público. Em São Paulo, tocaram nos CTG’s, “Meu Pago” , “Saudades do Sul”, e “União e Tradição”, entre outros.

Em pesquisas feitas pela Imprensa do RS, SC e Paraná, figuram, juntamente com Os Serranos; Os Monarcas, Os Nativos, e Garotos de Ouro, como os cinco melhores Conjuntos Gaúchos do Brasil.

Fogo de Chão – Quando toca uma vaneira

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