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Vaneira do Cantador – Comparsa Sureña

Comparsa Sureña

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Vaneira do Cantador – Comparsa Sureña

Eu ouvi pelo rádio, o anúncio de um baile, na Estrada do Povo 
                Am               D                     G
E encilhei de novo meu pingo franjudo, que eu tinha soltado
                  Em                                      D
me esqueci o compromisso, firmei a espora, num trote chasqueiro
                  G                   D                    G
que um pingo estradeiro, conhece o caminho, e onde mora o pecado...

G                                                     D
Eu atei o meu mouro, na porta da sala, bem junto a ramada
  Am            D                                        G
inda de cola atada, de cincha bem frouxa e os pelego virado
             Em                                          D
Já ouvi de longe o Maneco na gaita, um violão e um pandeiro
                      G                  D                      G
E pra entrar no entreveiro, eu disse ao porteiro que vinha apressado.

G7                C
Foi então que o Maneco abriu bem a gaita, e eu abanei o pala
                                          D                G
e ele anunciou pra sala que o cantor do baile, chegou atrasado
                                                            D
eu me fui lá pro palco, ajeitando a melena e o chapéu com poeira
C               G                   D                  G
e na mesma vaneira, eu abri bem o peito, nuns verso rimado...

G                                                             D
Fui cantando o Gildo, o Walther Morais, o Marenco e os "Monarca"
                     Am                  D                   G
e floreando outras marcas, que a gaita pedia, um pandeiro surrado
                Em                                    D
ajeitei minha estampa de índio campeiro, de pala no braço
                  G                D               G
e estendi um vistaço, cuidando a morena na mesa do lado...

G                                                         D
Não é fácil paisano, seis horas de baile, na fanta com canha
                   Am                  D                 G
pra um peão de campanha, que lida com potro e banho de gado
                 Em                                       D
pra ajudar no salário, nos fim de semana "se péga" de artista
C                G                        D                 G
e a segunda tá vista, é ressaca, e os cavalo de lombo inchado...

G7                 C
Mal deu fim no fandango, amuntei no meu mouro, ali na ramada
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dei de rédea na estrada, e o dia clareando, com um sol desbotado
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esse pingo que eu falo, conhece na volta uns atalho bem lindo
C                  G                    D                  G
e eu fui quase dormindo, lembrando a morena, do baile passado...

- Não é fácil, na volta os olhos vem pequenininho
E o coração deste tamanho...

Vaneira do Cantador – Comparsa Sureña

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